11/16/2009

Olhei para o céu e vi tudo nublado

Olá, meu fiel povo! Qual é a melhor maneira de começar o dia?? É obvio!! Com um dos poemas meus (se lhe posso chamar a isto poema, mas emfim...) muito bem caracterizados pelo um espirito desistente e melancólico (isto para não dizer deprimente!), porém poderá aparecer de vez em quando um daqueles com um perfume de esperança. Após a leitura verás que és capaz de encontrares esse fio de esperança. Se encontrares algum indicador comenta aqui no blog se não te importares. Este poema é uma espécie de recordação do que o Verão tem de pior. Solidão! Isso mesmo...solidão. É por isso que sou "Anti-Verão", o que contribuiu também o facto de não ser grande fã do calor e dos "churrascos humanos" na praia. Lá estava eu a perder tempo com estes textos que não interessam nem ao Menino Jesus. Deixo-vos aqui o meu poemazinho.


Olhei para o céu e vi tudo nublado,
E aborrecido com este triste estado
Digito os meus sentimentos em ti*,
Para recordar bons tempos que vivi.

Agora tudo está morto e entediante,
Sem nada de importância para fazer.
É como tudo estivesse incessante
Com este ocioso destino, que é viver.

Outrora a vagar não me encontrava…
Bons tempos…Nem sabia como estava!
Por vezes não duvidava que estivesse vivo,
Não havia futilidades, tudo era explosivo.

Lembro-me perfeitamente da adrenalina!
Perdiam-se algumas coisas, mas tudo corria.
E ganhava-se outras, incluindo felicidade genuína
Que eu sentia, e que desejo voltar a sentir.

Agora, é como estivesse cativo no ermo,
Onde tudo é inerte como um nirvana.

*refere-se a escrita no computador.
Ass: Cristiano A. F. Oliveira 24/07/2009

2 comentários:

  1. Tu la tens jeito para a poesia :)

    ResponderEliminar
  2. gosto do poema em geral mas a 1a quadra está realmente bonita
    toca a escrever mais e mais Cristiano :)

    ResponderEliminar