Olhei para o céu e vi tudo nublado,
E aborrecido com este triste estado
Digito os meus sentimentos em ti*,
Para recordar bons tempos que vivi.
Agora tudo está morto e entediante,
Sem nada de importância para fazer.
É como tudo estivesse incessante
Com este ocioso destino, que é viver.
Outrora a vagar não me encontrava…
Bons tempos…Nem sabia como estava!
Por vezes não duvidava que estivesse vivo,
Não havia futilidades, tudo era explosivo.
Lembro-me perfeitamente da adrenalina!
Perdiam-se algumas coisas, mas tudo corria.
E ganhava-se outras, incluindo felicidade genuína
Que eu sentia, e que desejo voltar a sentir.
Agora, é como estivesse cativo no ermo,
Onde tudo é inerte como um nirvana.
*refere-se a escrita no computador.
E aborrecido com este triste estado
Digito os meus sentimentos em ti*,
Para recordar bons tempos que vivi.
Agora tudo está morto e entediante,
Sem nada de importância para fazer.
É como tudo estivesse incessante
Com este ocioso destino, que é viver.
Outrora a vagar não me encontrava…
Bons tempos…Nem sabia como estava!
Por vezes não duvidava que estivesse vivo,
Não havia futilidades, tudo era explosivo.
Lembro-me perfeitamente da adrenalina!
Perdiam-se algumas coisas, mas tudo corria.
E ganhava-se outras, incluindo felicidade genuína
Que eu sentia, e que desejo voltar a sentir.
Agora, é como estivesse cativo no ermo,
Onde tudo é inerte como um nirvana.
*refere-se a escrita no computador.
Ass: Cristiano A. F. Oliveira 24/07/2009
Tu la tens jeito para a poesia :)
ResponderEliminargosto do poema em geral mas a 1a quadra está realmente bonita
ResponderEliminartoca a escrever mais e mais Cristiano :)